O acordo de boca que custou uma fortuna

O acordo de boca que custou uma fortuna

Por que confiança sem documento é a maior armadilha para pequenas e médias empresas?

“A gente se entende.” “Foi combinado na reunião.” “Não precisa de contrato, somos parceiros há anos.” Frases como essas sustentam uma quantidade impressionante de relações comerciais no Brasil. Fornecedores, representantes, prestadores e até sócios operando sem nada assinado. E funciona muito bem, até o dia em que deixa de funcionar.

O Código Civil até reconhece a validade do contrato verbal na maioria das situações. O problema nunca foi a validade, mas a prova. Quando a relação se desgasta, cada parte lembra de uma versão diferente do que foi combinado, sendo que demonstrar os termos corretos exige reunir testemunhas, e-mails e mensagens soltas, torcendo para que o conjunto convença. No geral, quando não há documento, quem decide o que valia entre as partes é o juiz, com base em fragmentos. Na prática, você entrega a interpretação do seu próprio negócio a um terceiro. Com custas, prazos e anos de espera no pacote.

Dentro do Jurídico Essencial, o modelo que o Villamil Advogados criou para pequenas e médias empresas, formalizar deixou de ser complicado: a elaboração de contratos e notificações faz parte do dia a dia do serviço, com agilidade para acompanhar o ritmo comercial da sua operação. Documentar bem não é sinal de desconfiança, é o que preserva a parceria quando o cenário muda. Muitas vezes, é o contrato bem escrito que salva a amizade.

Responda aqui embaixo com franqueza: quantos acordos relevantes da sua empresa existem hoje apenas na palavra? Um? Dois? Todos?

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